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Portugal considerado o melhor país do mundo para trabalhar remotamente

O estudo destacou o clima, a vida social, a baixa taxa de criminalidade e o custo de vida relativamente acessível.
Espanha é o segundo melhor país.

A pandemia veio mudar completamente a forma como trabalhamos: fazê-lo remotamente tornou-se não só uma necessidade devidos aos confinamentos sucessivos, como a opção favorita de muitos. Foram também muitas as pessoas que aproveitaram esta mudança de paradigma para mudarem de país sem mudar de emprego. Os que resolveram assentar de armas e bagagens além fronteiras, consideraram vários fatores, como a qualidade de vida e as comodidades do destino. Um novo estudo do site de viagens Momondo revelou os melhores países do mundo para trabalhar à distância, e Portugal encontra-se no topo da lista.

Para elaborar este índice, a plataforma analisou 111 estados e classificou-os com base em 22 fatores, distribuídos por seis categorias: custo das viagens e acessibilidade; preços locais; saúde e segurança; condições de trabalho remoto; vida social e, claro, o clima. Os países onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com o lazer nas horas livres foram os que mais pontuaram nestas alíneas.

Portugal ficou classificado como o melhor país no mundo para o trabalho remoto, com pontuações elevadas em todas as categorias que incluem o clima, a vida social, a baixa taxa de criminalidade e o custo de vida relativamente acessível. O nosso País também oferece um visto para nómadas digitais, e muitos habitantes percebem e/ou falam inglês de um nível elevado — um ponto forte para os imigrantes.

A Espanha ficou em segundo lugar, sobretudo pela elevada quantidade de cafés e restaurantes per capita, juntamente com a Internet rápida, muitos espaços de co-working e oferecer igualmente vistos para freelancers que trabalhem remotamente. Além disso, tem uma vida noturna exuberante, aberta à comunidade LGBTQIA+. A Roménia ocupa o terceiro lugar, destacando-se pelos preços atrativos nos alugueres de longa duração e na comida. Seguem-se Maurícia, Japão, Malta, Costa Rica, Panamá, República Checa e, por último, a Alemanha.

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