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Parque Metropolitano da Biodiversidade vai abrir este ano

O espaço vai nascer em Corroios e será o segundo maior parque urbano da Área Metropolitana de Lisboa.
A primeira fase de obras deve estar concluída ainda este ano.

Desde dezembro do ano passado que já se sabia que o Parque Metropolitano da Biodiversidade tinha entrado na sua primeira fase de construção. O projeto, aprovado em maio de 2021, é um dos mais importantes projetos do município do Seixal. Embora ainda sem datas oficiais, a Câmara Municipal do Seixal estima que a sua inauguração seja ainda este ano.

E atenção: este não é apenas mais um contributo para a estrutura verde do Seixal. De acordo com o projeto, o Parque Metropolitano da Biodiversidade na Verdizela, na freguesia de Corroios, será o segundo maior parque urbano da Área Metropolitana de Lisboa. Numa primeira fase, o espaço contará com cerca de sete hectares que se prolongarão, no futuro, para uma área superior a 400 hectares.

Segundo informação avançada pela Câmara Municipal de Seixal à NiS, encontram-se a decorrer “os trabalhos de execução de rede de abastecimento de água, eletricidade, sinalética, vedações; fundações para a implantação do mobiliário urbano”. A fase seguinte passa pela construção de vários percursos pedonais para caminhadas e jogging e de bicicleta que farão a ligação à Rede de Trilhos de Interpretação Ambiental do Município do Seixal.

Pelo que a NiS apurou no início do ano, este parque terá um Espaço de Interpretação e Educação Ambiental com uma área multiusos para dar apoio a todos os visitantes. Porém, no final deste mês, a autarquia revelou-nos mais algumas valências deste projeto que tem como objetivo “promover a educação ambiental e o contacto com a natureza e possibilitar a dinamização de atividades desportivas e recreativas, de uma forma consciente e sustentável”.

O Parque Metropolitano da Biodiversidade terá vários locais com suportes para bicicletas, estacionamento, iluminação solar com tecnologia LED, pontos com instalações sanitárias, sala multiusos e ainda um miradouro. Neste ambiente natural, o projeto vai ficar instalado perto das praias e junto à mata da Quinta da Apostiça, conhecida pelas suas lagoas, flora e outros elementos naturais.

“Este novo parque, pela sua localização e área naturalizada, será um espaço de excelência para o usufruto por parte da população. Numa zona tranquila, em contacto harmonioso com a natureza, valoriza também as componentes de educação, divulgação e observação da natureza e da biodiversidade, promovendo, desta forma, atitudes positivas ao nível da ecologia e da proteção ambiental”, sublinhou o presidente da autarquia, Joaquim Santos.

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