na cidade

Os leitores da NiS decidiram: esta é a melhor freguesia do concelho para se viver

9 zonas do concelho foram a votos, mas a escolha dos seixalenses não deixou quaisquer dúvidas.
Para conhecer melhor a sua terra.

O Seixal tem-se tornado num dos locais mais cool para morar em Portugal. Depois da instalação da Siderurgia Nacional, nos anos 60, assistiu-se a um boom populacional, motivado pela melhoria das acessibilidades e progressão da mobilidade. Em pouco tempo, o Seixal tornou-se num território de características predominantemente urbanas, com grandes aglomerados, quer populacionais, quer em número de empresas e estabelecimentos.

A acompanhar este crescimento, surgiram vários equipamentos culturais, desportivos e de lazer, que permitem a quem habita e trabalha no Seixal mais ocupação para os tempos livres. O concelho tem-se tornado num dos locais da Grande Lisboa que mais portugueses procuram para crescer ou viver em família. 

É precisamente por estes e outros motivos que a New in Seixal quis saber a opinião dos seus leitores sobre qual o melhor bairro do concelho para se viver. Levamos a votos os 9 lugares mais conhecidos do Seixal, entre os quais estavam a Amora, Seixal, Arrentela,  Aldeia Paio Pires, Corroios, Fernão Ferro, Miratejo, Vale de Milhaços e Santa Marta do Pinhal.

O grande vencedor foi claro: o Seixal, com 54,5 por cento dos votos. Em segundo lugar, e com alguma diferença do Seixal, ficou a Amora, que conquistou 29,8 por cento dos votos. A fechar o pódio, no terceiro lugar, ficou Fernão Ferro, com 6,6 por cento.

Não há muita informação sobre a origem do Seixal. Sabe-se apenas que terá começado, muito provavelmente, num pequeno núcleo de pescadores, situado na Margem Sul do rio Tejo. A população também terá sido bastante reduzida no início e atualmente são cerca de 180 mil habitantes. 

Com uma tradição ligada ao Tejo e tudo o que envolve atividades marítimas, os seixalenses sempre foram figuras que não desistiram da pesca, apesar das dificuldades. O terramoto de 1755 fez-se sentir fortemente no Seixal, obrigando a população a procurar refúgio noutro local. A reconstrução foi lenta, mas o que é certo é que a partir da segunda metade do século XIX, começou a registar-se um grande desenvolvimento económico e industrial. 

Embora o rio Tejo sempre tenha feito parte da história do Seixal, foram vários os anos em que não houve uma preocupação com a Frente Ribeirinha do Seixal, e de aproveitar este espaço com tanto para oferecer aos habitantes e por quem passa aqui. Após um investimento de 12 milhões de euros, em 2011, e obras que duraram até 2018, esta zona como a conhece hoje sofreu grandes alterações.

A zona requalificada.

Com esta requalificação, vieram também vários negócios para o centro do Seixal e a maioria dos restaurantes novos está a uma distância que pode ser caminhada facilmente a pé. Além disso, agora, pode caminhar do Núcleo Urbano Antigo do Seixal até à Amora junto ao Rio Tejo, sem ter que trocar de pista de caminhada e também tem alguns equipamentos para praticar exercício físico. Nesta zona do concelho começaram também a surgir vários prédios, que oferecem preços mais competitivos em comparação com os praticados em Lisboa. 

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