Há livros que se leem. Outros sentem-se. Para quem gosta de poesia que questiona, provoca reflexão e mergulha nas emoções, pode marcar este plano na agenda. No dia 20 de junho, às 16h30, a Galeria de Exposições Augusto Cabrita recebe a apresentação do livro “Plenitude em Rompante Desenvolvimento”, o mais recente trabalho do Martim Évora Campos, no âmbito da iniciativa Autores da Nossa Terra. A entrada é livre.
Natural de Lisboa e residente no Seixal, o escritor encontra na literatura uma forma de explorar temas como identidade, existência, amor, angústia e procura de significado. Com influências de autores como Fernando Pessoa, Clarice Lispector, Albert Camus, Florbela Espanca e José Saramago, apresenta uma coleção poética que descreve como um “manifesto ao quase”.
Ao longo das páginas, Martim Évora Campos convida os leitores a acompanhar uma viagem entre a sensação de estagnação e a vontade de avançar, através de poemas onde a sensibilidade surge sem receios e a realidade é constantemente colocada em causa. Entre a cólera, o amor, a ausência dele e a necessidade de encontrar sentido, a obra propõe uma leitura intensa e introspectiva.
A sessão é dedicada a apreciadores de poesia contemporânea, estudantes de literatura e leitores que gostam de obras marcadas pela reflexão existencialista. O encontro acontece num dos espaços culturais de referência do concelho, conhecido por receber exposições, lançamentos e iniciativas ligadas às artes e à cultura.
Entre poemas sobre amor, inquietação, identidade e procura de sentido, esta pode ser uma oportunidade para conhecer um novo autor da Margem Sul e descobrir uma obra que convida a parar, refletir e sentir. Tudo isto sem sair do Seixal.
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