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Já pode visitar a nova exposição “Infinitos da Harmonia”

Galeria Municipal de Corroios abriu portas à criatividade de Carlos Gaspar para apresentar nove quadros utópicos.
Uma das pinturas.

Verifique a sua agenda, veja os espaços livres que tem até ao dia 9 de março e reserve um deles para ir até à Galeria Municipal de Corroios. Sim, é importante visitar este espaço cultural porque já foi inaugurada a exposição “Infinitos da Harmonia”, da autoria de Carlos Gaspar.

A festa de inauguração realizou-se no dia 27 de janeiro, pelas 16 horas, com um momento musical protagonizado por José Carita e alunos da Casa do Povo de Corroios. Se perdeu este evento, não se preocupe, que tem até março para conhecer, gratuitamente, todas as nove pinturas patentes.

Para facilitar a sua visita, saiba que pode ir até à galeria entre as 15 e as 19 horas, de terça-feira a sábado. As obras em exposição são compostas por quadros feitos entre 2002 e 2023, ou seja, é possível ver a mudança da perspetiva e a evolução artística de Carlos Gaspar, que usa técnicas como o óleo sobre tela, a pintura em acrílico e o trabalho de esmalte sobre gesso e madeira.

Carlos Gaspar nasceu em Lisboa a 19 de junho de 1969, mas sempre viveu no Seixal. É um artista autodidata que trabalha com a ARTES, no concelho do Seixal, e a SCALA no concelho de Almada. Já participou em diversas exposições coletivas e individuais de norte a sul de Portugal, tendo participado na Artist Madrid, em 2020.

“Os meus trabalhos, na generalidade, primam pela diferença. São em técnica mista, utilizo os mais diversificados materiais aos quais dou forma, sentido, significado e cor. Não uso uma linha normal e específica, gosto de tocar os materiais, de recortá-los, de colá-los, de pintá-los, dá-me prazer chegar à forma final com diversos materiais e tintas. Uso desde o plástico à madeira, do gesso ao cartão, crio as formas que desejo, para que quem observa se identifique. Muitos dos meus trabalhos são motivos abstratos mas, em redor desse abstrato, existe uma mensagem que está implícita, escondida, para que cada um possa encontrar um outro significado”, diz Carlos Gaspar à New in Seixal.

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