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Quem foi a melhor e a pior vestida nos International Emmy Awards?

Cristina Ferreira, Cláudia Vieira e Maria Cerqueira Gomes foram alguns dos nomes que desfilaram pela passadeira vermelha.
Os nomes mais conhecidos do público desfilaram na passadeira vermelha.

Os principais rostos da televisão portuguesa reuniram-se esta sexta-feira, 1 de julho, para celebrar a primeira semi-final International Emmy Awards, em Lisboa. Na mesma passadeira vermelha, desfilaram nomes que fazem parte da grelha da RTP, da SIC e da TVI, que se apresentaram no Castelo de São Jorge com a ousadia e o glamour que a cerimónia pedia.

A gala final terá lugar em novembro, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. No entanto, desta vez, a festa foi 100 por cento portuguesa e não ficou a faltar nada, nem bons, nem maus looks. Dos vestidos longos aos curtos, passando pelas calças e pelos calções, foram muitas as interpretações de sofisticação que vimos no desfile das estrelas.

Diz-se que o preto não se traduz bem na televisão. Por isso, apesar de ser uma cor discreta e elegante por excelência, foi uma opção para muitas convidadas. Foi o que Maria Cerqueira Gomes fez, continuando a surpreender depois dos seus visuais muito comentados e apreciados em “A Tua Cara Não Me É Estranha”, tendo optado por um coordenado de sonho.

Não deixou ninguém indiferente.

O vestido do designer espanhol Roberto Diz é ornamentado de forma tão sublime que remete para as criações luxuosas de Elie Saab. Misturou os brilhos e as pedras com transparência, que resultou com o apoio da capa anexada à peça. Foi um visual digno de uma passadeira vermelha não só nacional, mas internacional. 

Curiosamente, um dos looks que não deixou uma impressão tão positiva surgiu igualmente em preto. Desta vez foi Sónia Araújo a apostar na cor, mas com menos sucesso. Apesar de ser ousada e muito sensual, o que pode ser elogiado, a peça com que a apresentadora desfilou podia facilmente ser comparada com um figurino de Elvira, a rainha das trevas, se a mesma tivesse um cabelo diferente. Não obstenta, existiram algumas comparações a Jennifer Lopez.

Sónia Araújo decidiu arriscar.

Foi uma escolha arriscada, tal como as peças nestes eventos devem ser, mas que não se revelou lisonjeira. A criação de Fátima Lopes, um dos nomes mais proeminentes da moda nacional, é caracterizada por um decote vertiginoso até uma fita que funciona como cinta. As mangas brilhantes em rede a saia cintilante, com uma racha de lado, podiam soar promissoras, mas o resultado não foi eficaz. A fita que encurta o pescoço aa apresentadora foi um dos pontos menos positivos do visual.

Ainda assim, apesar da tendência do preto, houve visuais de todas as cores, formas e feitios. Carregue na galeria para ver outros looks que fizeram parte da cerimónia, dos melhores da noite até aqueles que deixaram (muito) a desejar.

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