Pedro Mártires Farrim tem 25 anos e é cofundador da loja de street wear Guaya. Em colaboração com a namorada, Filipa, e com a amiga Patrícia, fundaram uma marca que promete trazer um estilo jovem e vibrante ao concelho do Seixal.
Contudo, a história de Pedro não começa aqui. Desde pequeno, por incentivo do pai, deu os primeiros passos no mundo do futebol profissional. Desde novo já demonstrava ter destreza nos pés e, aos sete anos, começou a jogar no Clube dos Foros da Amora. Passou pelo Benfica, Guimarães, Itália, regressou a Portugal, mas voltou a sair para o estrangeiro. Com 23 anos rumou à Arménia na companhia de Filipa, que tinha conhecimentos sólidos em marketing digital. Em conjunto com Patrícia, foi convencido a entrar no mundo do streetwear.

Questionado sobre a origem do nome para a marca de roupa, Pedro revelou que a história remonta a uma viagem a Amesterdão. As duas sócias, já bastante familiarizadas com o meio digital e inspiradas na língua dos Países Baixos e no simbolismo típico da cultura indiana, combinaram o neerlandês com o sânscrito e formaram a palavra Guaya — a junção de Gunnen + Abhaya, que significam gratidão, felicidade, sucesso e bravura.
A loja online foi inaugurada a 22 de junho de 2024, com um evento que reuniu amigos e conhecidos e marcou o lançamento imediato da primeira coleção. Até à data, já foram lançadas duas linhas: “First Collection”, “Between Summer” e “Eunoia Reborn”. Os produtos são feitos com algodão sustentável e nacional, sendo que a vertente criativa está a cargo das profissionais de marketing.
As ideias surgem com base em pesquisas de mercado e nas tendências atuais, dependendo também do consumidor — mas há sempre um toque pessoal. As criações podem incluir borboletas, por serem as preferidas de Filipa, aos padrões, que costumam ser a opção de eleição de Patrícia, ou até algo mais inspirado no estoicismo, uma influência pessoal de Pedro.
As estampagens e bordados são feitos em Portugal, num processo cuidadoso, adaptado ao estilo de cada coleção. A marca valoriza as relações de confiança com os fornecedores, com quem mantém um contacto direto e contínuo. Cada peça nasce de um conceito pensado ao pormenor.
A nova colecção apresenta uma proposta mais ousada face às anteriores. Denominada Bee Bloom, foi concebida em colaboração com o artista seixalense Ces, que combinou a sua linguagem de arte urbana com o estilo icónico da Guaya. As peças ganham um tom mais personalizado e além do vestuário, estão também disponíveis quadros do artista, já conhecido dos fundadores da marca. A colaboração surge de uma ideia antiga, que aguardava apenas pelo momento certo para se concretizar.

Na loja, é possível encontrar totebags a 22€, tops a 25€, camisolas que podem chegar aos 46€ e sweats por 70€, que refletem a qualidade do produto. Para encomendar, basta consultar o formulário onde irão estar apresentadas as opções de compra e os preços. Contudo, se ainda quiser adquirir artigos de outras coleções, pode contactar a Guaya para confirmar a disponibilidade.
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Quando questionado sobre a essência da marca, Pedro afirmou que esta se dirige “a pessoas destemidas, irreverentes e corajosas”. O estilo retro e colorido contribui para o sentimento de liberdade que a Guaya pretende transmitir. Está previsto um novo evento, ainda neste verão, dedicado à colecção Bee Bloom.
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Clique na galeria para conhecer a Bee Bloom e artigos de coleções passadas.







