comida

No JazzComia há concerto de bossa nova para aquecer as noites frias

Agora que o frio aperta, deixe-se aquecer pelos sons quentes da bossa nova pela voz de Micheline Cardoso no Seixal.
Música e comida, uma aliança de prazer.

As noites frias pedem ambientes quentes. E é isso mesmo que vai poder encontrar esta quinta-feira, dia 26, no JazzComia, no Seixal. Pelas 21h30, os ritmos da bossa nova e MPB vão fazer-se ouvir pela voz da cantora Micheline Cardoso, acabada de aterrar em Portugal, após uma digressão no Brasil. A acompanhá-la estará o maestro Luiz Antônio Gomes, figura reconhecida no panorama musical brasileiro, como pianista e compositor, tendo trabalhado com vários artistas, para televisão e cinema.

“A Micheline é, sem dúvida, a diva do JazzComia. Acompanha-nos desde a abertura, tendo criado uma legião de fãs, que se deslocam a esta casa, provenientes de Lisboa, Algarve”, conta Sandra Brás à NiS. A responsável pelo espaço vinca que este ano o número de concertos irá aumentar e com uma frequência mais regular. “Vamos remotar o ritmo de concertos que tínhamos antes da pandemia”, revela, vincando que irão “publicar agendas mensais com toda a programação”.

No JazzComia não se vive só de música. Pelo contrário. Aqui a aliança música e comida são os fatores distintivos do espaço. “O JazzComia foi pensado como um bar de jazz, com alguma oferta de grill late night, até por termos a cozinha aberta até meia-noite”, começa por explicar Sandra Brás, indicando: “Foram os nossos clientes que o transformaram num restaurante em que se pode ouvir jazz. Poderemos, por isso, considerar que a afluência se deve, sobretudo, à oferta da carta, sendo a música, mesmo assim, um teaser eficaz.”

Aliar a comida à música é, pois, uma aposta vencedora. “Tanto a música ambiente como a música ao vivo, permitem criar um clima de descontração, e, de certa foma, uma ‘bolha’ de privacidade em cada mesa, permitindo usufruir de uma refeição, num ambiente de prazer, abstraindo-se dos elementos ao redor”, sustenta.

Quanto à carta é única no concelho e, segundo Sandra Brás, até têm uma “limitação” para apresentar pratos novos. “Estamos quase que proibidos pelos nossos clientes de substituir alguns pratos que se tornaram icónicos, tais como o Duke Ellington, o Beef Wellington do JazzComia, os RIBS, o Rebuçado de Lamego, criação do JazzComia, e best seller da casa, ou o Bacalhau com crosta de Mostarda Antiga, culminando na Francesinha, com concepção do molho original”.

Ainda assim, vão surgir novidades. “Será o medalhão de salmão selvagem com Maçã Granny Smith, confitada em alecrim e um novo prato sem proteína animal”, revela à NiS a responsável.

Pode acompanhar a atividade do espaço através das páginas de Facebook e Instagram do JazzComia.

MAIS HISTÓRIAS DO SEIXAL

AGENDA